Hortifruti: parte 2

Entramos no site da agência capixaba que fez a campanha do post anterior e encontramos mais essa pérola. É outra campanha para o mesmo cliente. Mas, dessa vez, ao invés da analogia com filmes, fizeram uma paródia da revista Caras. Confesso que achei divertidinho.
Veja a campanha completa no site da agência.

7 Comentários

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  1. Anonymous Em 1 de fevereiro de 2008 às 13:51

    A campanha pode ser cheia de trocadilho mas o público adora. Como dizer que uma campanha é ruim se ela cativa o seu público-alvo?
    Como publicitário eu acho fraca. Mas se fosse o dono do Hortifruti ía estar adorando…
    Outra coisa, acho que essa agência é do ES e não do RJ.

  2. da gaveta Em 1 de fevereiro de 2008 às 15:26

    ERRATA:
    a agência é capixaba, não carioca. os outdoors do post anterior é que são do RJ.
    Erro corrigido.
    Obrigada, anônimo.

  3. A czarina das quinquilharias Em 1 de fevereiro de 2008 às 15:43

    sim, é divertidinha, mas é otipo de coisa que a gente morre de rir durante o brainstorm antes de dizer: bom, agora vamos falar sério.

  4. pedro Em 3 de fevereiro de 2008 às 2:51

    na boa, achei engraçado pra cacete.

  5. Anonymous Em 12 de fevereiro de 2008 às 9:42

    Trabalho na MP Publicidade, agência que atende o HF aqui no Espírito Santo. Infelizmente, minha participação nessa campanha resume-se aos títulos que estão nos outdoors (o redator da campanha estava de férias). Digo “infelizmente” porque semanalmente recebemos mensagens de clientes elogiando essa campanha. É - pelo menos ao meu ver - um sucesso indíscutível. Minha mãe ama, e senti frustração da parte dela quando eu disse que não tinha feito a campanha.
    Sabemos todos aqui do “desprezo” do mercado publicitário (leia-se “criativos”)pela campanha. Todos se esquecem que esses trocadilhos infames, associados a um atendimento diferenciado, fizeram que com que o público de lugares como Leblon, Barra da Tijuca e Copacabana realmente acreditasse que o limão vendido na Hortifruti é melhor do que o vendido em qualquer outro quilão, mesmo sabendo que se um estivesse ao lado do outro, ninguém ia saber a diferença.
    Isso me faz lembrar do motivo que me fez (e acredito que todos que frequentam este blog) nessa profissão: criar campanhas que fizessem a diferença para quem compra e para quem vende. Garoto-Brombil, não anúncios que ninguém -fora nós- entende, mas enchem a prateleira de prêmios.
    Ano passado vi uma apresentação de Cláudio Carillo. Ele contou um momento na agência em que um redator dele estava tirando a maior onda. Ele cortou o cara e falou “Você conhece o Número 1 da Brahma? E o faz um 21? E o “me dá/me dá/me dá Danoninho/dá”? Conhece? Pois bem, esse sou eu. E você? quem é?”.
    Pedro Bullos (redator) e Daniel Galvão (DA) podem ser motivo de piada no meio publicitário, mas quando vão a algum batizado de criança, casamento ou simplesmente sentam num boteco com gente que não é do mercado podem responder sobre seu trabalho - a fatídica pergunta “Qual propaganda que você fez?”- sem medo de que as pessoas não saibam do que estão falando. Lembrando: propaganda ainda é comunicação de massa.

    P.S1: czarina, ao meu ver, a menos que vc esteja tratando de causa social, acho que a melhor maneira de fazer boas campanhas continua sendo como diversão. “falar sério” não costuma ajudar muito.

    P.S2: Sobre o episódio “batizado de criança”recomendo a leitura do artigo “Publicitário Infeliz”do Fernando Campos, que pode ser encontrado no site do CCRJ.

  6. Anonymous Em 12 de fevereiro de 2008 às 22:27

    Isso aê chiclete!!

  7. Ricardo Em 14 de fevereiro de 2008 às 21:56

    acho fraco. apenas isso.

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